Não sei se me amas, ou se me sentes…não sei se me vez… mas sei que te vejo, que te olho, e que meu sangue jorra por ti, se desprendendo de meu corpo nu de saudade…
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Desmaio sobre meu sangue… fico imunda e é ali que fico, que morro! E que meu corpo apodrece … e de bichos sarnentos fica coberto, bichos que me comem que me desfazem em nada… reciclando a vida que
nasceu dentro de mim e que morre sem amar, que é comida sem saber o que é comer sem se engasgar…

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