terça-feira, 23 de junho de 2009

Soltas...

Praticamente me matas praticamente me esmagas, derretendo-me nessa frigideira imunda que é teu mundo….cheio de gordura entranhada nas paredes de teu corpo negro de saudade de viver sem o lume que te escalda e te faz chorar…. Querendo morrer sem saber o que é viver….
Como é horrendo te tocar, sentindo essas empolas de sujidade que mancham minha mão magra de fome de amar….



Protege-a …
Hoje! Enquanto a noite caminhava, me dirigi para meu quarto, e de lá ouvi os sussurros que vinham de quarto dela, abri a porta com cuidado olhei-a! Mas ela afastou-me, escondendo sua face repleta de lágrimas, sem conseguir esconder todo o desespero que a rodeava...quero ajuda-la mas n sei como o fazer….
Protege-a…

...em tempos...

Hoje estava só! Como sempre isolada do mundo que me rodeava, e lembrei-me de todo o enredo que nos rodeava… ainda sinto o toque dos teus lábios naquela dia sentados num banco frio de pedra a musica tocava mas só ouvia nossos corações baterem… a noite estava escura não havia estrelas mas tu estavas ali e iluminavas todo o meu mundo com esse olhar… sorrias escondido pela força da tua mão que tocava minha cara… e o momento chegou foste contra todas as tuas convicções, e me beijaste incessantemente… nunca havia sentido teus lábios nos meus, e de magia se tratou, cada acto iludido pela eternidade daquele momento… cada toque… cada sabor… <3

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

:-(DeSeSpErO )-:


E sinto agora o desespero do mundo… e caio no fundo… de algo que não é do meu mundo…
Olho-me e estou repleta de medo que me faz sangrar pelo fio que me prende a vida… sinto-me pobre de espírito… me sai o sangue pela boca… esforço-me para respirar, engasgando-me com o meu próprio sangue que me prende ao chão.
Desespero que me magoa a vida me rasga o corpo… fazendo-me matar o alheio, com um punhado de terra derramado sobre meu corpo quieto sem alma…
Mas sim!!! Estou viva… Estou aqui… para ti… para te perseguir até estender meu braço e devorar teu mundo, sem dó te mato sem dó te esmago comendo teu sangue que colha no chão saciando minha fome de sofrimento…