
E sinto agora o desespero do mundo… e caio no fundo… de algo que não é do meu mundo…
Olho-me e estou repleta de medo que me faz sangrar pelo fio que me prende a vida… sinto-me pobre de espírito… me sai o sangue pela boca… esforço-me para respirar, engasgando-me com o meu próprio sangue que me prende ao chão.
Desespero que me magoa a vida me rasga o corpo… fazendo-me matar o alheio, com um punhado de terra derramado sobre meu corpo quieto sem alma…
Mas sim!!! Estou viva… Estou aqui… para ti… para te perseguir até estender meu braço e devorar teu mundo, sem dó te mato sem dó te esmago comendo teu sangue que colha no chão saciando minha fome de sofrimento…
Olho-me e estou repleta de medo que me faz sangrar pelo fio que me prende a vida… sinto-me pobre de espírito… me sai o sangue pela boca… esforço-me para respirar, engasgando-me com o meu próprio sangue que me prende ao chão.
Desespero que me magoa a vida me rasga o corpo… fazendo-me matar o alheio, com um punhado de terra derramado sobre meu corpo quieto sem alma…
Mas sim!!! Estou viva… Estou aqui… para ti… para te perseguir até estender meu braço e devorar teu mundo, sem dó te mato sem dó te esmago comendo teu sangue que colha no chão saciando minha fome de sofrimento…