Corto os pulsos de saudade, e sinto o sangue escorrendo-me pelas pontas dos dedos toco nas gotas e com a pouca força que me resta guardo-as para mim prendendo-as a minha mão, que brota sangue incessantemente, mas prendendo-as como se pudesse obriga-las a permanecer perto de mim mas elas escorrem-me por entre os dedos, e sinto o vazio, agora luto para me manter lúcida. Segurando a dor brotando apenas sangue mas nunca lágrimas, que essas sim matam o mundo.
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Que fiz eu, que pensar neste momento, estou rodeada pelo sangue sem força para mais nada, tudo esta turbo, o sangue colha aos meus pés e estou agora perto de ti, desfaleço, subindo a um precipício inimaginável, mas não te toco estas longe de minhas mãos repletas de sangue, mas secas de amor te vêm ao longe.
Que fiz eu, que pensar neste momento, estou rodeada pelo sangue sem força para mais nada, tudo esta turbo, o sangue colha aos meus pés e estou agora perto de ti, desfaleço, subindo a um precipício inimaginável, mas não te toco estas longe de minhas mãos repletas de sangue, mas secas de amor te vêm ao longe.
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E caminho sem saber para onde ir, simplesmente vou em direcção a uma miragem turba de teus olhos, como és belo. Sinto-me agora desprendida de tudo minhas mãos estão agora novamente limpas.
E caminho sem saber para onde ir, simplesmente vou em direcção a uma miragem turba de teus olhos, como és belo. Sinto-me agora desprendida de tudo minhas mãos estão agora novamente limpas.
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Como é doce te encontrar novamente ver teus olhos de repente, e o amor volta incessantemente.
Como é doce te encontrar novamente ver teus olhos de repente, e o amor volta incessantemente.

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